quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

DALCIDIO JURANDIR NAS ESCOLAS: PEDAGOGIA PARA CRIATURADA SE EMPODERAR DE SUA VIDA PRÓPRIA.












PRIMEIRA MANHÃ DE UM BOM FUTURO


"Primeira manhã rompe algumas 
fendas  em  muitos  mistérios  da
condição do homem.  E nisto jaz
uma das maiores qualidades de
Dalcídio Jurandir como romancista.
.................................................
Seus livros anteriores, Chove nos
Campos de Cachoeira, Marajó,
Três casas e um rio,  Belém do 
grão-pará,   Linha do Parque e 
Passagem dos inocentesjá o haviam 
firmado como escritor de um povo." 

Antonio Olinto, da Academia Brasileira de Letras.


Vale aqui a ambiguidade intencional da filosofia da complexidade que Edgar Morin prega. Esta primeira manhã é referência ao romance de Dalcídio Jurandir (Ponta de Pedras, 1909 - Rio de Janeiro, 1979) e também ao despertar de uma nova consciência local-planetária da biosfera, em que cada cidadão de cada nação será ipso facto cidadão da Terra-Pátria: uma provocação a mais, daquelas para acordar gente que está dormindo de touca, a fim de acusar o redundante fracasso da escola pública nas regiões amazônicas. 

Dalcídio escreveu em carta para Maria de Belém: "Padre Giovanni tem em grande conta o cidadão do mundo, solitário, desamparado, que é o habitante de Jenipapo". Uma infeliz desavença municipal, cerca de 1980, botou o padre para correr de Santa Cruz do Arari e ele foi se aubergar junto com o seu museu em Cachoeira do Arari, que é quase a mesma coisa devido à partilha do mesmo lago, do mesmo rio e dos mesmos antepassados. 

Com a morte do Gallo, em 2003, o Museu do Marajó fez retorno simbólico de seu fundador a Santa Cruz mediante exposição do acervo. Desde então, sonhei um Ecomuseu no lago Arari em rede de ecomuseus e museus comunitários nos mais municípios marajoaras. Quase ninguém entendeu que o "museu do Gallo" (Giovanni Gallo, Turim 1927 - Belém 2003) - O Nosso Museu do Marajó - é, de fato, um ecomuseu por natureza, que não pode ser confinado a um prédio, a uma única coleção de coisas para "ver com a ponta dos dedos"; trata-se sim do primeiro ecomuseu da Amazônia e do Brasil, infelizmente não reconhecido oficialmente nem amparado pelas respectivas autoridades competentes... 

Feito em 1972, em Santa Cruz do Arari, o lugar mais certo para museu comunitário, que é o mesmo que ecomuseu; para educar - socioambientalmente -, a população tradicional do Lago, remanescente da antiga cultura marajoara de mais de mil anos de idade. Assim queria o padre dos pescadores, que eles se empoderassem do museu para reaver a própria identidade perdida e recuperar a história esquecida daquela comunidade com seu território tradicional reunindo os municípios confinantes de Santa Cruz do Arari, Ponta de Pedras e Cachoeira do Arari. 

Uma primeira manhã libertadora, após o mito da cobra grande Boiúna com a primeira noite do mundo escondida dentro de um caroço de tucumã no fundo do rio... Para isto, será preciso a Criaturada grande de Dalcídio (comunidades tradicionais) se enxergar de corpo inteiro nas páginas de Marajó abrindo primavera à saga de Alfredo, desde Chove nos campos de Cachoeira até Ribanceira; e construir ponte para Marajó, a ditadura da água com porto seguro no Museu do Marajó: que, graças à fiel correspondência entre Maria de Belém Menezes, no Pará; e Dalcídio Jurandir, no Rio de Janeiro, se estabeleceu em fina conexão do ciclo literário Extremo Norte ao livro-reportagem do insubmisso padre ítalo-marajoara (... "A foto das crianças de Jenipapo me comove, são meus netos marajoaras (grifei), alegres apesar da miséria, apesar da dura condição em que vivem", Dalcídio Jurandir - orelha de capa de Marajó, a ditadura da água, 2ª edição).

Esta provocação serve, "se Deus quiser", como diz o caboco entre desconfiado e fazendo fé aos poderes mágicos ancestrais; para nos refrescar a memória sobre o romancista da Amazônia ter tido um caso com a educação e o fato de haver um quê de Paulo Freire na vida e obra de Dalcídio Jurandir ao dar testemunho fidelíssimo em favor de sua Criaturada grande (populações tradicionais), largada em plena maré dos acontecimentos, na aquanarrativa do Extremo Norte.

Primeira manhã memorial, também, de um certo capitão Alfredo, pai de Dalcidio; enquanto jovem professor de primeiras letras, nos fins do século XIX recém chegado a Muaná e Ponta de Pedras, de seu nome próprio donde foi tirado o apelido literário do alter ego do escritor. Pessoa de carne e osso, que supostamente foi modelo do personagem major Alberto; genitor de numerosa prole de 18 filhas e filhos, fruto de três casamentos, o primeiro com uma índia marajoara e dois mais com mulheres negras descendentes de escravos. Mistério da vida reservada do capitão Alfredo Nascimento Pereira, nativo da vila Benfica, Colônia de Benevides; sendo ele na mocidade moço branco bem apessoado, devoto de Santa Rita, cortejado por não poucas moças de família... Por que Alfredo Pereira não se casou com alguma rica filha de fazendeiro ou dono de engenho?

Mais de uma veneranda senhora confessou-me alguma vez: "fui apaixonada pelo teu avô"... Uma delas me disse ter sido colega de escola de minha avó Antônia, "ela era uma índia magricela, com as canelas piriricas" (pernas marcadas por cicatriz de piodermite). Eram três irmãs indígenas que vinham da aldeia da praia, pelo antigo caminho da Mangabeira, estudar na vila: Joana que deixou grande descendência, Serafina que foi mulher do português tio Felipe, dono de sítio no Paricatuba e Antônia, minha avô paterna; que morreu de parto de gêmeos no antigo chalé do capitão Alfredo que existiu onde hoje é sede da Associação Musical Antônio Malato, em Ponta de Pedras.

Nosso grande Vicente Salles, estudioso de O Negro no Pará, saudou Marajó de Dalcídio Jurandir como primeiro romance sociológico brasileiro, no qual ele identificou matriz do romance medieval ibérico Dona Silvana, transposto à realidade social da Amazônia Marajoara até as primeiras décadas do século XX. Orminda, bela pecadora que enfeitiçava os homens, poderia ser irmã bastarda de Missunga... O coronel Coutinho perdia a cabeça por qualquer mulata, a conta de cabeças de gado e o número de filhos bastardos... Aí mora o drama medieval iberiano do assédio e incesto que se esconde em casas grande na obra dalcidiana.

O professor doutor Gunter Pressler inova os estudos dalcidianos ao sugerir iniciar a leitura da saga pelo segundo romance, no qual o alter ego Alfredo não comparece. Porém em Marajó o panorama socioambiental sob reizado dos donos do poder e das antigas sesmarias dos barões de Joanes, está posto desde as primeiras letras às margens plácidas do fictício rio Paricatuba, tributário real da margem direita do Marajó-Açu, rio grande que dá nome à ilha e ao arquipélago enorme donde emerge a Criaturada grande de Dalcídio: "Marajó deve ser lido como introdução à saga de Alfredo, que tem início com Chove nos Campos de Cachoeira." (De Marajó para o mundo, Gunter Karl Pressler, Revista de História (edição digital), 02/03/2011). Alfredo não dá as caras em Marinatambalo (aliás, Marajó), todavia em Primeira Manhã ele lembra, brevemente, Missunga puxando o rico herdeiro dos latifúndios do Marajó para dentro...

Embora em segundo plano na saga, Missunga abre o primeiro estirão do romanceiro de Alfredo com as vozes africanas de Ponta de Pedras a ecoar mato adentro desde a beira da baía pela velha trilha da primeira sesmaria dos Jesuítas, que viria a ser freguesia (1737) e município (1878) (fazenda São Francisco (1686), depois Malato; dada em 1760 ao sargento-mor Domingos Pereira de Moraes, um dos Contemplados do diretório do Marquês de Pombal) até os campos de Cachoeira enegrecidos pelas queimadas de verão e a lenda da primeira noite do mundo, esperando as chuvas e o verde renascer donde o menino do chalé-ilha foi buscar a magia do caroço de tucumã, conduzindo a trama até o fim, em Gurupá e Ribanceira, último romance da saga. 

Sim, o tempo do romance dalcidiano é subversivo. Oscila ao sabor do pensamento no fluxo e refluxo da maré, entre ilhas e a cidade grande. Não obedece ditado cronológico da história nem cartografia cartesiana. A história verdadeira de algumas pessoas de carne e osso é metamorfoseada em criaturas de tinta e papel que, supostamente, inspiraram o autor a criar sua estória. Descreve uma vasta espiral, lenta como música de órgão; no tempo do ciclo Extremo Norte que começa e acaba em Gurupá: lugar mágico do milagroso santo preto São Benedito e lugar histórico de memória coletiva, onde armas e remos da nação tupinambá plantaram o fortim na beira do rio Amazonas como sinal de posse dos barões assinalados. 

O longo passado do homem tapuia, que habita os tesos arqueológicos entre chuvas e esquecimento, ali ao pé do forte de Gurupá; aparentemente se encerrou para dar lugar a uma outra história sem se apartar do tempo mítico e da triste conquista do rio Babel... Mas, o futuro tardou e tarda ainda a ser parido das ruínas edílicas do tempo perdido da Hevea. A noite profunda do rio se desfazia em lendas e viagens encantadas do navio fantasma, uma metáfora negreira da colonização. 

Que nem um monge trapista refém do silêncio, o jovem secretário da intendência de Gurupá preencheu o largo tempo histórico do lugar esboçando o palimpsesto que haveria de carregar consigo, durante dez anos, até cair preso na cela de uma cadeia infame. Não por roubo ou dívida como Cervantes, mas que nem Dom Quixote - que ele levou junto para ler no cárcere -, pelo crime político de querer consertar o mundo e libertar o país. 

Depois de deixar o cargo de secretário da intendência, Dalcídio foi dar aulas aos filhos de um dono de seringal no rio Baquiá, lugar que o tempo teve por incumbência transformar na reserva de desenvolvimento sustentável (RDS) Itatupã-Baquiá: aí também começou ele a vida de educador à semelhança do pai, que foi professor primário em Muaná e Ponta de Pedras, por fim secretário da intendência de Cachoeira e editor da gazetilha O Arary... 

Em 1937, ano do meu nascimento, meu avô Alfredo Pereira pediu a meu pai que fosse a Belém ver o que poderia fazer para tirar Dalcídio da cadeia de São José. Na verdade, meu pai não sabia nem por onde começar... Foi falar a seu irmão de criação, Sidraque Pereira, que era cabo da polícia militar: quis o destino que tio Sidraque estivesse de plantão naquela triste madrugada no presídio, quando viu o irmão adotivo Dalcídio entrar preso com camaradas acabados de cair numa batida da polícia política, num aparelho do partido comunista disfarçado em casa do sindicalista da companhia inglesa dos bondes, Argemiro Dias do Nascimento, sito no bairro da Cremação. 

Nem em seus piores pesadelos, Sidraque Pereira jamais pensou em vir a ser um dia carcereiro de seu irmão revolucionário. Os dois sequer olharam um ao outro, enquanto o guarda passava frente à grade vigiando os presos. Foi quando Sidraque percebeu sinal discreto de Dalcídio deixando cair ao chão uma bolinha de papel. Fingiu não ter visto nada até o fim do corredor certificando-se de que nenhum outro guarda observava. Então, voltou rápido para apanhar do chão o papelinho caído. No fim do plantão já em casa Sidraque leu a mensagem amarrotada de Dalcídio, que dizia: "queimem meus livros". 

Tempo terrível, em que a ditadura fascista do Estado Novo obrigava amantes de livros a tocar fogo em obras raras para não ser criminalizado estupidamente. Dalcídio seria preso a segunda vez, porém quando saiu da cadeia de São José definitivamente, assumiu cargo de inspetor escolar no município de Soure, em 1939, onde ele mais aprendeu que ensinou a alunos pobrezinhos e esforçadas professoras, fazendo elas das tripas coração para dar educação à criaturada. 

O professor doutor Ernani Chaves, nativo de Soure, lembra certa visita do inspetor escolar Dalcídio José Ramos Pereira (Dalcídio Jurandir) à escola onde a professora era a sua genitora. Disse a senhora a seu filho, que certo dia o tal inspetor entrou na sala de aula e após ouvi-la falar da escola e ver o desempenho dos alunos; ao fim da inspeção, delicadamente, sequestrou a "santa férula" (palmatória) que jazia sobre a mesa da mestra para emenda e castigo dos recalcitrantes. 

Então, o inspetor cobrou um cafezinho amigo que a professora lhe prometera. E foram juntos à residência da mestra onde a mãe dela os recebeu com alegria: aí Dalcídio foi entrando e dizendo, "viemos tomar café e aqui a senhora tem esta palmatória para queimar com a lenha do fogão"... Nada mais disse sobre métodos modernos de educar crianças.

Naquela temporada, Dalcídio - como ele mesmo conta no artigo "Tragédia e Comédia de um Escritor Novo do Norte" - morava com a esposa e secretária-datilógrafa Guiomarina Luzia Freire na vila de pescadores de Salvaterra. O casal comeu o pão que o Diabo amassou para pagar prestações da máquina de escrever e passar a limpo o calhamaço com pretensão a romance, que veio a ser enfim a obra seminal da saga de Alfredo, o Chove nos campos de Cachoeira. Ele escreveu, no mesmo fôlego, o paradigmático Marinatambalo (publicado com título de Marajó), romance que segundo Gunter Pressler deveria ser lido como introdução à obra completa. A obra completa? Sim, digo eu, pensando inclusive no enjeitado Linha do Parque ("... único romance proletário, digno desse nome, aparecido neste país de engajamentos lítero-discursivos.", Homero Homem), obra ambientada no Rio Grande do Sul entre anarquistas e comunistas encomendada pelo PCB e traduzida em russo e chinês.  

Em Passagem dos Inocentes, supostamente em Muaná Alfredo, no bairro de Areinha - tão perecido com o Campinho onde Dalcídio José nasceu, em casa do tio Manuel Ramos -, segue o avô preto Bibiano pelo caminho do igarapé entre açaizeiros e miritizeiros, o velho olha as botas de couro que o neto calça e profetiza que aquele menino iria longe... Dito e feito. Mas, imagine antes um jovem branco da cidade grande, considerado arrimo de família, obrigado a largar a Faculdade de Direito na capital da província para se aventurar ao improvisado ofício de professor primário da escola pública na vila de Muaná aos vinte e poucos anos de idade. 

Esta primeira manhã em Muaná, pós-Cabanagem (1835-1840), teve causas e consequências relacionadas à educação e literatura da região amazônica. Aconteceu devido à morte do pai do dito estudante de direito, logo depois do ex-combatente Raymundo Pereira retornar da guerra do Paraguai (1864 - 1870) aonde el foi recrutado na tropa do General Gurjão como Voluntário da Pátria. 

Meu bisavô Raymundo Pereira voltou da guerra trazendo à vila de Benfica (município de Benevides), onde sua família morava, uma pequena imagem de Santa Rita de Cassia achada como bom presságio no campo de batalha e a tuberculose galopante, que lhe findou os dias. Ou seja, graças à divina providência, a família acreditou, o patriarca voltou da guerra para morrer em paz em casa junto aos seus. Porém, o primogênito Alfredo teve que partir para a ilha do Marajó a fim de assumir emprego de professor públco com que sustentou sua mãe e irmãos menores. 

Estava no governo da província do Pará o tenente-coronel Aureliano Pinto Lima Guedes que, mais tarde, iria trabalhar com Emílio Goeldi no Museu Paraense na arquelogia do Amapá. O filho mais velho de Raymundo Pereira, Alfredo; foi nomeado para lecionar em Muaná: a vila heroica da adesão do Pará à independência do Brasil (28 de Maior de 1823) e da Cabanagem (1835-1840) àquela altura ainda deveria estar ressentida e um mestre escola novinho em folha, em pleno império de Dom Pedro II; pouco ou quase nada podia fazer além de ensinar ABC e as 4 operações matemáticas. De Muaná o jovem professor e futuro capitão da Guarda Nacional Alfredo Nascimento Pereira foi mandado ensinar na nova Vila de Ponta de Pedras (instalada em 30/04/1878 por descendentes, provavelmente, do contemplado da fazenda São Francisco sargento-mor Domingos Pereira de Moraes), desmembrada que foi da antiga Vila da Cachoeira, em 1877, durante o governo provincial de José Coelho da Gama e Abreu, Barão de Marajó (1870 - 1881).

O capitão Alfredo foi casado em segunda núpcias com Margarida Ramos, mãe do romancista Dalcídio Jurandir, a quem este dedicou seu primeiro romance; cujo famoso alter ego literário se chamaria Alfredo, significativamente. O capitão e dona Margarida também foram pais do médico Ritacínio Ramos Pereira - nome dado em respeito à santa de devoção paterna -. O doutor Ritacício foi autor de um trabalho inédito sobre cultura alimentar amazônica com título de "O Tipiti e os Gados do Rio". Além destes, o casal ainda teve Flaviano Ramos Pereira, jornalista; uma menina chamada Mariinha, falecida acidentalmmente em tenra infância, e a professora Alfredina Pereira Rodrigues, que vive hoje no Rio de Janeiro. 

O primeiro casamento de Alfredo Nascimento Pereira foi com a índia Antônia Silva (avó deste teimoso blogueiro), sua ex-aluna na escola primária de Ponta de Pedras, mãe de Sophia, Laudelina (Lodica), Raimundo (Mundico), Ambrosina, Otaviano Celso (paradigma biográfico do personagem Eutanázio no romance dalcidiano), Lindinha e dois gêmeos Rodolpho Antonio (meu pai) e o natimorto batizado com nome de Manuel; Antônia faleceu neste seu derradeiro parto. Então, o ex-professor, rábula considerado e secretário de Intendência (prefeitura) ficou viúvo e se casou com Margarida Ramos. Viúvo pela segunda vez casou-se com dona Isabel Trindade, que foi mãe de Chuchuta, Anaspiano (Anaspito), Mimi, Vivi e Adeflorindo (Adê) Pereira.

A saga de Alfredo, portanto, é manancial que não cessa de servir de inspiração a diversas iniciativas importantes.



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Aula Passeio no Ver-o-Peso. Ação educativa: Dalcidio Jurandir nas Escolas. Turmas de 1º e 2º ano conduzidas pelas Professoras Carla Castelo e Regiane Reis. 

4 comentários:

  1. Primo, muito importante seu depoimento e esclarecedor para mim. Obrigada.

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  2. Primo, muito importante seu depoimento e esclarecedor para mim. Obrigada.

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  3. Margot Benincasa
    mbenin@netsite.com.br

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  4. Margot Benincasa
    mbenin@netsite.com.br

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