sexta-feira, 9 de setembro de 2011

BELÉM DA AMAZÔNIA PELA PAZ DE ISRAEL E PALESTINA

PELA INDEPENDÊNCIA DA PALESTINA!
Belém da Amazônia e Belém da Palestina, cidades-irmãs



na gestão Edmilson Rodrigues (PT, hoje deputado estadual Psol)foi noticiado que Belém do Pará e Belém da Palestina estariam negociando assinatura de um protocolo de cidades-irmãs. Não me lembro se o acordo cultural foi concluído, mas sei que outro semelhante foi firmado com a cidade vizinha, no Caribe, Fort-de-France, capital da Martinica. O sucessor Durciomar Costa (PTB), decidido a apagar a gestão do PT deixou cair no esquecimento estas duas iniciativas de cooperação internacional e outras oportunidades, como por exemplo o projeto de reconhecimento de Belém como paisagem cultural da UNESCO.

Em 2005, convidado pelo governo estadual a visitar o Pará, o ex-Ministro de Cultura da França, no governo Mitterrand, Jack Lang; que junto com Gilberto Gil teve importante papel na aprovação da Convenção Internacional da Diversidade Cultural e no relançamento pela França, Brasil, Itália e Portugal da "Latinidade" internacional; fez gesto significativo em direção à cidade de Belém do Pará implicando na cooperação bilateral Brasil-França, notadamente com interesse para espetáculo no Theatro da Paz em prol da paz entre árabes e judeus. O gesto até hoje caiu no vazio por parte da Prefeitura de Belém e do próprio governo do Pará.

Como se sabe, o nome desta cidade amazônica se deve à intenção dos fundadores em fazer lembrar a antiga "Belém de Judá" na origem dos descobrimentos dos lusíadas: uma história, na conquista do rio das amazonas, que teve início em reação portuguesa na União Ibérica (1580-1640) em seguida à tragédia da morte do rei Dom Sebastião em batalha no Marrocos; à França Equinocial, criada em São Luís do Maranhão (1612). A partida amazônica saiu de Nova Lusitânia (Olinda,Pernambuco)e teve participação decisiva de cristãos-novos, tais como Martin Soares Moreno e seu tio Diogo Soares Moreno; em aliança com índios tupinambás de Jaguaribe (Ceará) - donde o romanceiro de José de Alencar - resultando na tomada de São Luís do Maranhão (1615) aos franceses e na fundação de Belém do Grão-Pará (12/01/1616), cognominada a Feliz Lusitânia.

Esta Belém da Amazônia nasceu assim no bojo da diáspora judaica, que pouco a pouco foi se convertendo também em estuário de outras diásporas, inclusive de escravos africanos;além de emigrandes europeus, árabes e judeus em busca de melhores dias na época da Borracha. Belém, Manaus e outras cidades do "hinterland" foram e continuam sendo lar comum de muitas famílias de origem árabe e judia, a maior parte tornadas cristãs.

Nada mais natural, que desta Belém saísse uma especial mensagem ao Oriente Médio desejando que aqueles povos separados pela história, venham a experimentar a paz com justiça e segurança tanto para o Estado de Israel quanto para o futuro Estado da Palestina, como sucedeu a tantos emigrantes daquelas bandas vindoa a Amazônia encontrar o que tanto buscavam lá.


https://secure.avaaz.org/po/time_for_palestine/?vl

O reconhecimento da Palestina poderia abrir uma nova via para paz na região e dar o apoio necessário ao povo palestino para sua proteção sob leis internacionais. E esse apoio não poderia vir mais cedo: um governo de direita em Israel está expandindo a construção de abrigos na Cisjordânia, e obstruindo as possibilidades de uma solução viável de dois estados -- uma solução apoiada pela maioria dos cidadãos de Israel e da Palestina.

Mais de cento e vinte países já se comprometeram a apoiar o estado independente da Palestina, mas o apoio de países-chave da Europa é crucial nesse momento para dar à proposta o suporte e legitimidade global que necessita. A pressão pública fez a Espanha se comprometer com o reconhecimento do estado independente da Palestina. Pesquisas de opinião pública mostram que a maioria dos cidadãos querem que seus líderes apoiem a proposta e uma esplêndida atenção da mídia no momento de decisão poderia mudar a opinião dos três países decisivos: Grã-Bretanha, Alemanha e França.



Belém
Belen palestina.jpg
Um bairro moderno em Belém
Hebraico בית לחם
Árabe بيت لحم
Significado casa da carne (árabe); casa do pão (hebraico)
Governo Cidade (desde1995)
Coordenadas 31° 42′ N 35° 11′ E
População 25,266[1] (2007)
Jurisdição  dunams
Prefeito Victor Batarseh[2]
Website www.bethlehem-city.org
Belém (em árabe بيت لحم, transl. Bayt Laḥm, lit. "Casa do Pao"; em hebraico: בית לחם, transl. Beit Lehem, lit. "Casa do Pão"; em grego : Βηϑλεέμ, transl. Bethlehém; em latim Bethlehem) é uma cidade palestina localizada na parte central da Cisjordânia, com uma população de cerca de 30.000 pessoas. É a capital da província de Belém, na Autoridade Nacional Palestina, e um centro de cultura e turismo no país. Localiza-se a cerca de 10 km ao sul de Jerusalém, a uma altitude de 765 metros acima do nível do mar.
Belém é tida, para a maior parte dos cristãos, como o local onde nasceu Jesus de Nazaré. A cidade é habitada por uma das mais antigas comunidades cristãs do mundo, embora seu tamanho tenha se reduzido nos últimos anos, devido à emigração. A cidade também é a terra natal do rei Davi, e o local onde ele foi coroado rei de Israel. Foi saqueada pelos samaritanos em 529 d.C., durante sua revolta, porém foi reconstruída pelo imperador bizantino Justiniano II.Belém foi conquistada pelo califado árabe de Omar (Umar ibn al-Khattāb), em 637, que garantiu a segurança para os santuários religiosos da cidade. Em 1099 os cruzados capturaram e fortificaram Belém, e trocaram o seu clero ortodoxo grego, por outro, latino; estes, no entanto, foram expulsos depois que a cidade foi capturada por Saladino, sultão do Egito e da Síria. Com a chegada dos mamelucos, em 1250, as muralhas da cidade foram destruídas, sendo reconstruídas apenas durante o domínio do Império Otomano.
Os otomanos perderam a cidade para os britânicos durante a Primeira Guerra Mundial, e ela foi incluída numa zona internacional sob o Plano de Partilha das Nações Unidas para a Palestina. A Jordânia ocupou a cidade durante a guerra israelo-árabe de 1948, ocupação esta seguida pela de Israel, durante a Guerra dos Seis Dias, em 1967. Israel ainda mantém o controle sobre as entradas e saídas de Belém, embora a administração cotidiana esteja sob a supervisão da Autoridade Nacional Palestina desde 1995, após a realização dos acordo de paz de Oslo.
A Belém atual tem uma população majoritariamente mulçumana, porém também abriga uma das maiores comunidades de cristãos palestinos. A aglomeração urbana de Belém inclui as cidades de Beit Jala e Beit Sahour, assim como os campos de refugiados de 'Aida e Azza. O principal setor econômico da cidade é o turismo, particularmente elevado durante o período do Natal, em que a Igreja da Natividade, supostamente construída sobre o local de nascimento de Jesus, se torna um centro de peregrinação cristã. Belém tem mais de trinta hotéis e 300 lojas de artesanato, que empregam boa parte dos residentes da cidade.

FONTE: Wikipédia


Belém do Pará

Nenhum comentário:

Postar um comentário